Tomo a licença de reproduzir aqui um texto do meu amigo Washington Sorio, um dos maiores especialistas em RH no Brasil:
"Semana passada, convidei uns amigos para o almoço em um restaurante e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa.
Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa.
Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garconetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa.
Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei:
- Por que a colher?
- Bom, - explicou - os donos do restaurante contrataram uma consultoria de grife, muito famosa, experts em eficiência, com o objetivo de revisar e melhorar todos os nossos processos.
Depois de muitos meses de análises, reuniões, pesquisas e estatisticas, eles concluiram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% maior frequência do que os outros talheres.
Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hora por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, nós poderíamos reduzir o número de viagens à cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 horas por homem por turno.
No momento em que estávamos falando, escutou-se um som metálico na mesa atrás da gente. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher caída por aquela que ele levava no bolso, e me disse:
- Pegarei outra colher quando for a cozinha, assim não farei uma viagem extra para buscá-la agora.
Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados. O garçom continou a anotar o nosso pedido. Enquanto meus convidados ordenavam, continuei a observar ao meu redor. Foi, então, quando observei de relance uma cordinha fininha pendurada no ziper da calça do garçom.
Rapidamente, percorri com o olhar o salão para me certificar que todos os garçons levavam a mesma cordinha pendurada no ziper da calça. A minha curiosidade foi muito grande e, antes do garçom se retirar, perguntei:
- Desculpe, mas... por que tem essa cordinha justo aí?
- Oh,sim! - respondeu, e começou a falar em um tom mais baixo:
- Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o Sr. Essa consultora de eficiência da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.
- Como é isso?
- Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do... bem, você já sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocá-lo e dessa forma, eliminando a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no banheiro em 67% por homem.
- Que ótimo, isso tem muito sentido, mas....se a cordinha ajuda a sacar, como é que volta a guardar?
- Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher..."
Espaço para que todos os interessados no Ser Humano e sua gestão nas organizações possam trocar idéias e compartilhar experiências.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Se estressar é muito mais sério do que você pensa...
Não confunda estresse com cansaço. O cansaço faz parte, bem como as dores de cabeça, o mau humor, enfim, tudo aquilo que nos importuna quando estamos no limite físico e emocional.
Contudo, quando achamos que tudo isto é bobagem e que vai se resolver por si só, é aí que mora o perigo! Pouco a pouco, começamos a nos deprimir ou desenvolver reações impulsivas, como choros sem sentido, desânimo, ou pior, violência... Este vídeo nos alerta que em situações extremas, quando não cuidamos de nós mesmos, somos capazes de cometer os piores atos.
Na hora de pensar em revidar um esporro, lembre do que é mais importante: um sorriso de um filho ou esposa, as pequenas conquistas do dia a dia, como se formar, carro novo, saúde cuidada, etc. Quando colocar na balança, você vai saber agir da forma correta.
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