quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Bom humor é mais do que felicidade...


Muita gente procura a felicidade, e passam a vida infelizes, e reclamando pelo que não têem.
Não percebem que o bom humor, que nada mais é do que a maneira alegre de ver a vida, sem tantos moralismos e regras, É SER FELIZ.
Seja numa roda de amigos, seja rindo da queda que levou no banheiro, seja olhando a natureza, o que vale é aproveitar os pequenos momentos da vida e se divertir.
Senão, o que resta?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Planejar para quê?


Em contato com muitos profissionais, vejo uma repulsa ao planejamento, como se houvesse perda de tempo em "sentar e pensar" como devem acontecer as coisas.

Estes mesmos profissionais, muitas vezes, não percebem quanto RETRABALHO têm que fazer, e passam o tempo "apagando incêndios", ao invés de prevenir o fogo...

Conciliar a urgência de resultados com a necessidade de antecipar resultados e caminhos é o grande desafio do executivo moderno. É importante, ao menos, buscar mais fontes de informações além da experiência individual, estar mais atento a fatos do que "achismos", e valorizar a importância de gastar horas planejando para evitar dias refazendo...

E, respondendo à pergunta do título, PLANEJAR PARA SOBREVIVER!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A vida é curta...

Antes de esquentar a cabeça, olhe para o céu estrelado. Milhares de estrelas que naquele momento estão na sua visão nem sequer existem mais, pois suas luzes demoraram milhares de anos para chegar até nós no nosso planeta.

Então, não me venha transformar como o maior problema do mundo circunstâncias atuais de que você não está gostando, que correspondem a mílésimos de segundo no relógio do universo.

A VIDA É CURTA. Cada minuto que você perde lamentando, brigando ou reclamando já foi embora, e não volta mais...

Crie oportunidades, aprenda com SEUS erros e siga em frente. APROVEITE A VIDA.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Quando a pressão passa de motivadora a destruidora



Aos 14 anos de idade, Marcelo Saiola era uma celebridade e estampava as capas de jornais e revistas. Após entrar para o Guinness Book como o tenista mais jovem do mundo a figurar no ranking da ATP, ele gozava da fama, era visto por patrocinadores como um pote de ouro e transmitia a certeza do futuro promissor de uma carreira que havia começado aos cinco anos de idade. Nada disso se concretizou. O anúncio da aposentadoria precoce – como tudo em sua vida até então – chocou o País. Adolescente, quis deixar as quadras para ser um garoto normal. Não estava feliz. Perdera o gosto pelo esporte. Saiola sucumbiu à pressão.



“Não sentia mais prazer. O tênis deixou de me satisfazer na medida em que a cobrança por resultado por parte da família, patrocinadores e por todos aqueles que me rodeavam começou a aumentar”, diz. “Só existia o Marcelo tenista, que dava resultado e dinheiro, e não mais uma pessoa jovem que queria ir a festas e ter uma vida comum”, lamenta.

Hoje, ele é professor de tênis e usa sua experiência para ajudar a quem precisa. Dá palestras a executivos e, por meio de sua história, alerta para uma realidade recorrente no mundo organizacional: o limite tênue que transforma a pressão de motivador a um problema que conduz à inação e ao fracasso. Com o dinamismo dos mercados e o acirramento da competição, a tendência natural foi o aumento por cobranças e resultados.



Esse incremento, quando exagerado, vem acompanhado de executivos infelizes, angustiados e pouco produtivos. “A pressão é importante para o crescimento do ser humano; é necessária para tirá-lo da zona de conforto e evitar a lei do mínimo esforço”, defende Marlene Ortega, diretora da Universo Qualidade Gestão e Conhecimento, entidade voltada para educação corporativa. “Portanto, não se trata de um problema, desde que em doses coerentes”, complementa.



E como essa “medida certa” pressupõe boa parcela de subjetividade por parte tanto de quem pressiona quanto de quem é pressionado, não há outra saída a não ser recorrer ao bom senso. “Os líderes devem ter a sensibilidade de conhecer individualmente seus comandados para saber cobrar a tarefa certa do colaborador responsável e, também, para ter consciência do ponto até o qual ele pode chegar com sua pressão”, explica a consultora.



Tarefa difícil essa, sem dúvida. Sobretudo porque os próprios líderes recebem doses cavalares de pressão que vem lá de cima. Cria-se, assim, uma “cultura da pressão” que, ao invés de contribuir para o crescimento coletivo, mina relações, torna o ambiente pesado, e pode até paralisar e posicionar a companhia num estado de fracasso iminente.

O diálogo é sempre aconselhável como forma de minimizar o trauma. “É importante, no entanto, que os colaboradores procurem pessoas de fora de seu ambiente de trabalho, que possibilitem uma visão externa dos acontecimentos”, afirma Marlene. “Falar com colegas de trabalho pode apenas alimentar um ciclo de desgastes, tornando o processo todo improdutivo”, completa. Trocar impressão com a liderança para tentar acertar o ponteiro direto com a fonte também é saudável. “Os líderes têm que ter a capacidade de sempre utilizar a pressão de maneira positiva, como forma de desafiar e instigar seus funcionários”, finaliza.



Pressão e aprendizado



Foi exatamente isso que aconteceu com Nelson Savioli, atual superintendente executivo da Fundação Roberto Marinho. Em 1991, quando era gerente geral de Recursos Humanos da Rhodia, ele não se entregou à pressão e transformou um aparente fracasso num caso de sucesso. Isso só foi possível porque durante todo o processo ele teve respaldo de seus superiores, que deram a ele um voto de confiança.



Após o momento delicado por que passou a economia brasileira em função das políticas macroeconômicas do então presidente Fernando Collor de Mello, a companhia se viu obrigada a reduzir seu quadro de funcionários. Savioli, então, lançou um programa de demissão voluntária. Para surpresa geral, do dia para a noite, nada menos que 1,3 mil colaboradores – 10% da força de trabalho – se candidataram. Tamanho contingente querendo deixar a companhia, que tinha acabado de receber um prêmio que a colocava como uma das melhores empresas para se trabalhar, deixou a diretoria atônita. Os jornais – inclusive os da França, onde se encontra a matriz -- passaram a cobrir exaustivamente a aparente contradição. E Savioli perdeu o sono.



Pressionado, iniciou imediatamente um processo de averiguação. Queria entender o porquê de tanta gente querer se desligar da companhia. Estressado, não entrou em colapso por ter tido o apoio de seus superiores, que lhe deram suporte o tempo todo. Entrevistou diversos demissionários e descobriu que, na verdade, eles se sentiam gratos à empresa, apostavam na empregabilidade conquistada com os aprendizados lá adquiridos e queriam alçar voo solo. Outros desejavam simplesmente retornar à terra natal e aproveitariam a indenização para concretizar esse sonho. Nas palavras de Savioli, a força da Rhodia tinha imposto essa aparente “derrota”. “Passei por momentos complicados, de alta tensão, mas em momento algum foi algo desumano. Sentir pressão é natural, desde que ela não seja injusta e desmedida”, recorda.



A experiência de Savioli o levou a compartilhar seus aprendizados no livro “Fracassos em RH -- E Como se Transformaram em Casos de Sucesso” (Editora Qualitymark). O autor defende que o sucesso na carreira é impossível sem períodos de pressão. “Pressão é neutra. Pode influenciar sucessos e fracassos, dependendo do grau e de como é exercida”, diz. E no caso de o fracasso acontecer, é preciso estar atento para, primeiro, revertê-lo e, depois, tirar lições dele. Palavras de quem esteve presente nos picos e nos vales do mundo corporativo.



Pressão que vem de dentro



Como se não bastassem todos à volta exigindo que você seja o melhor, o mais produtivo, o mais bem sucedido, pleno e sereno, existe, ainda, aquela voz que vem de dentro, cujo discurso é justamente o de que você precisa suprir todas essas expectativas. Num mundo que tem pressa não há tempo para aprendizados. Torna-se um ponto fora da curva, portanto, quem consegue parar e respirar, reerguer-se da queda, administrar a ansiedade, olhar um horizonte mais expandido e seguir adiante. Esse é mais ou menos o mantra seguido por Marcelo Ferraz, proprietário da rede de restaurantes Wraps.



Hoje, o negócio, que tem em seu DNA a mescla de refeições sofisticadas e saudáveis, caminha a passos firmes. São nove unidades em São Paulo, duas no Rio de Janeiro, com um quadro que chega a 280 colaboradores. Quem vê a solidez da rede não imagina os perrengues por que atravessou seu idealizador.



Ainda quando era executivo da Unilever, Ferraz nutria um desejo de ter o próprio negócio. Trabalhou para isso, deixou para trás a estabilidade proporcionada àqueles que batem cartão e mergulhou de cabeça nos mares ainda pouco conhecidos da Internet. O ano era 2000. O dia da abertura de sua companhia coincidiu com o estouro da bolha que mandou para os ares diversas empresas do setor. A de Ferraz se salvou. Pressionado por aquele instinto que evita ao máximo o encontro com o fracasso, ele trabalhou dia e noite por um ano, até tirar o negócio da pindaíba. Quando atingiu seu intento, vendeu sua parte na sociedade. “Foi um período de perda de muito dinheiro e de paz”, lembra-se, sem uma demonstração de arrependimento.



Há fases em que as tragédias acontecem no atacado. Aos 32 anos, Ferraz viu um sonho se tornar pesadelo. Não tinha empresa, estava sem emprego, com um casamento em ruínas, com os pais também se separando e com a avó enferma. E aí, não tem jeito. É parar, juntar os cacos, respirar, manter a calma e seguir adiante. Mesmo com todas as escoriações.



Foi isso que ele fez. Sem capital, o empresário deu um passo atrás em seu sonho de ser dono do próprio nariz e voltou a ser funcionário. “Nesse momento a racionalidade é fundamental. Eu separava os problemas, os categorizava e resolvia um de cada vez”, diz. “Além disso, tinha plena consciência de minha capacidade técnica para sair daquele buraco”.



A tempestade começou a ceder quando ele assumiu o posto de vice-presidente de estratégia e novos negócios da editora Abril. O cargo era desafiador e ele poderia exercer todo seu empreendedorismo dentro da companhia. Mas os ataques de 11 de setembro de 2001 derrubaram as torres gêmeas, solaparam a economia mundial e cortaram as asas de Ferraz. Sem poder colocar em prática seus projetos, sua atuação tornara-se burocrática com foco em redução de custos. Frustração.



Mais uma vez, parou e respirou. A pressão aumentava. Ele estava infeliz. Com as finanças já em ordem, deixou a editora em meados de 2002 e abriu o primeiro restaurante Wraps.

Ferraz tem orgulho de sua história. Diz que aguentou todos esses trancos por ter uma grande capacidade de autoconhecimento. Faz análise desde os 13 anos. Talvez por isso mesmo, hoje não toma mais tantos riscos. É pai. Tem 42 anos. “Toda queda é dolorosa. O que muda é seu poder de recuperação e sua disposição para suportar a pressão. Hoje sou mais receoso e cauteloso do que há dez anos”, afirma, com a tarimba de quem sabe exatamente a dor e a importância de cada tombo tomado.

Texto extraído do site CANAL RH em 26/05/09

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Quer uma mãozinha?


Toda ajuda é sempre bem vinda. Num momento de crise, é hora de recorrer às vozes de bom senso, que nos ajudam a manter a calma e ver as situações numa perspectiva realista, nem ilusoriamente otimista ou exageradamente pessimista.

Tem que ter coragem para pedir ajuda...o que para muitos é o atestado da incapacidade de resolver sozinho, na verdade é o reconhecimento da humildade, de que não podemos viver isolados numa ilha, já que precisamos uns dos outros para sobreviver.

Afinal, "duas cabeças pensam melhor do que uma", e quatro mãos trabalham melhor do que só duas...

terça-feira, 31 de março de 2009

Sim, acreditar é preciso...

De fato, estou cansado do discurso derrotista que toma o mundo hoje. "Ah, empresa tal vai demitir x mil empregados hoje", e por aí afora.

Já se disse que crise se vence com trabalho. Se existe uma crise de verdade, é na capacidade do homem de adequar suas competências para as exigências dos novos tempos. É preciso trabahar o cérebro e o coração, para abrir mão de conceitos antigos que engessam as pessoas. O medo nos faz ficar mais conservadores, e nos fechamos em redomas de baixo custo, demissões e redução de investimentos.

Cautela é preciso, e criatividade também. Temos que enxergar além das dificuldades atuais, levando a equipe na raça, motivada, acreditando num amanhã melhor. E não se faz isto dizendo que pode ir para a rua no outro dia, e sim que sacrifícios são necessários, luxos cortados, para garantir o trabalho para todos. Como posso fazer melhor e diferente do que sempre fiz? Provoque sua equipe com esta pergunta, todos os dias, para todos os problemas.

Não se deixe iludir pelo discurso pessimista. Como já disse o poeta,

"O pessimista queixa-se do vento.
O otimista espera o vento mudar.
O REALISTA AJUSTA AS VELAS."

sexta-feira, 13 de março de 2009

Não pode deixar de trabalhar, e nem deixar cair!

Gosto deste vídeo, porque mostra que, se ficarmos esperando ou planejando demais, perdemos as oportunidades que o mercado (e a vida) nos proporciona ( e nunca decolamos vôo...).
Portanto, mesmo que ainda precisemos melhorar muitas coisas no lugar em que trabalhamos, ou nos recursos que temos, sigamos em frente, nos apoiando, e acreditando. Dificuldades sempre existirão; a diferença é como lidamos com elas...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ser flexível dói, mas é necessário...

Uma coisa é na teoria, outra na prática.

Todos sabem que a flexibilidade é importante para nos adaptarmos às necessidades e mudanças, etc, etc, etc...

Mas a vida real é diferente.

Quando temos situações que confrontam nossos pontos de vista e pedrões (ops, padrões) morais, aí o bicho pega. A adrenalina sobe, e a primeira reação é usarmos nosso pretenso "doutorado" sobre o assunto para destilarmos a "verdade absoluta" para quem ousou nos contrariar.

Tudo besteira. Quando agimos desta forma, ficamos falando sozinhos...a outra pessoa pode até fingir nos escutar, mas é entrando por um ouvido e saindo pelo outro.

Resultado: rigidez e conflito. Se for numa relação madura, em que o outro fale, melhor; se for numa relação profissional, em que o medo de perder o emprego fala mais alto, pior: calamos e nos corroemos por dentro, obedecendo sem respeitar.

Nestas horas, a primeira pergunta a se fazer é: por que o outro está agindo daquela forma? Quando fazemos isto, tentamos nos colocar no lugar do outro. Paramos para ouvir. Entender suas motivações.

Segunda pergunta: só a minha forma de agir é a correta? muitas vezes temos que negociar, por mais que achemos que temos razão. Não adianta estar certo sozinho...Se cedemos de um lado, o outro pode também ceder, porque ambos estão dando sinais de boa vontade.

Terceira e última pergunta: no final, estamos mais satisfeitos do que insatisfeitos? Ganhamos mais do que perdemos? Se não, vamos tirar do nosso couro esta rigidez e voltar a negociar, pois ainda precisamos das pessoas para viver conosco.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A Verdadeira Empatia


Muitas vezes, falamos que temos empatia pelas pessoas, porque nos colocamos no lugar delas e dos seus sentimentos. Mas, na prática, só queremos enxergar o que nos convém, e no primeiro sinal de que a outra pessoa está agindo de forma diferente do que esperamos, a atacamos, destacando seus erros.

Na verdade, a empatia profunda vem da solidariedade de percebermos, no momento em que a outra pessoa está frágil, seja por tristeza, agressividade ou outros sentimentos, que ela precisa de ajuda; nesta hora, a empatia nos faz dar as mãos, e mostrarmos que não somos tão diferentes assim...E quando mostramos que todos podemos ter bons sentimentos, a outra pessoa também pode perceber isto.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Como NÃO motivar sua equipe...



Seria engraçado se não acontecesse de verdade...Quantos "líderes", a pretexto de orientarem sua equipe, se tornam arrogantes e agressivos. Não sabem que, ao colocarem medo nos seus colaboradores, eles domesticam as pessoas, ao invés de conscientizá-las sobre o comportamento desejado. Ao dar as costas, estes mesmo líderes não são mais obedecidos e viram motivo de gozação...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A Busca Pelos Bens Materiais É Uma Ilusão?

A busca pelos bens materiais é uma ilusão. Não há nada de errado com ela, desde que você saiba que faz parte do jogo da vida. No entanto, quase todas as pessoas acham que os bens materiais trarão uma felicidade duradoura. Isso não é verdade. Assim que você alcançar ou atrair o que deseja, passará a desejar outra coisa. Começará perseguir o momento seguinte. O truque é viver esse momento e alegremente desejar mais, desprovido de qualquer necessidade, apeço ou dependência. Sentindo apenas gratidão pelo que tem agora enquanto recebe com alegria ainda mais coisas.

Extraído do livro: A Chave de Joe Vitali (um dos autores de O Segredo)

Parabéns!

Ai Giltão!

Muito legal essa sua iniciativa. Estarei sempre presente. Vou preparar algumas coisas e enviarei depois.

Abraços, Zé Maria

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Palavras que ajudam

Muitas vezes, quando nos encontramos sozinhos, imersos em preocupações, queremos ouvir palavras que nos ajudem.

Ajudem a tomarmos as decisões certas, a pensarmos de forma equilibrada, a não deixarmos que as emoções negativas ceguem nossa consciência, tais quais nuvens escuras num céu claro...

Nestas horas, sempre recorro a este site, que, com mensagens profundas e de fé, me traz calma e serenidade nos momentos díficeis.

Compartilho com vocês: http://www.paz.com.br/mensagemdodia/

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Como os exemplos influenciam as pessoas

Um vídeo que mostra como influenciamos nossos filhos com nosso exemplo, e não com palavras...Também serve como recado para líderes...

Nossos votos de sucesso para 2009!!!


Este foi o primeiro cartão de boas festas da Cyclo, minha empresa de consultoria. Como ainda estamos no início do ano, quero reforçar nossos votos de sucesso para 2009!

Começando a blogar...

Sim, começei a interagir mais na rede. Estou à disposição para trocarmos idéias interessantes sobre o ser humano, e a sua gestão nas organizações. E sobre a vida, e outros assuntos...

Sejam bem vindos!!!