De fato, estou cansado do discurso derrotista que toma o mundo hoje. "Ah, empresa tal vai demitir x mil empregados hoje", e por aí afora.
Já se disse que crise se vence com trabalho. Se existe uma crise de verdade, é na capacidade do homem de adequar suas competências para as exigências dos novos tempos. É preciso trabahar o cérebro e o coração, para abrir mão de conceitos antigos que engessam as pessoas. O medo nos faz ficar mais conservadores, e nos fechamos em redomas de baixo custo, demissões e redução de investimentos.
Cautela é preciso, e criatividade também. Temos que enxergar além das dificuldades atuais, levando a equipe na raça, motivada, acreditando num amanhã melhor. E não se faz isto dizendo que pode ir para a rua no outro dia, e sim que sacrifícios são necessários, luxos cortados, para garantir o trabalho para todos. Como posso fazer melhor e diferente do que sempre fiz? Provoque sua equipe com esta pergunta, todos os dias, para todos os problemas.
Não se deixe iludir pelo discurso pessimista. Como já disse o poeta,
"O pessimista queixa-se do vento.
O otimista espera o vento mudar.
O REALISTA AJUSTA AS VELAS."
Espaço para que todos os interessados no Ser Humano e sua gestão nas organizações possam trocar idéias e compartilhar experiências.
terça-feira, 31 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Não pode deixar de trabalhar, e nem deixar cair!
Gosto deste vídeo, porque mostra que, se ficarmos esperando ou planejando demais, perdemos as oportunidades que o mercado (e a vida) nos proporciona ( e nunca decolamos vôo...).
Portanto, mesmo que ainda precisemos melhorar muitas coisas no lugar em que trabalhamos, ou nos recursos que temos, sigamos em frente, nos apoiando, e acreditando. Dificuldades sempre existirão; a diferença é como lidamos com elas...
Portanto, mesmo que ainda precisemos melhorar muitas coisas no lugar em que trabalhamos, ou nos recursos que temos, sigamos em frente, nos apoiando, e acreditando. Dificuldades sempre existirão; a diferença é como lidamos com elas...
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Ser flexível dói, mas é necessário...
Uma coisa é na teoria, outra na prática.
Todos sabem que a flexibilidade é importante para nos adaptarmos às necessidades e mudanças, etc, etc, etc...
Mas a vida real é diferente.
Quando temos situações que confrontam nossos pontos de vista e pedrões (ops, padrões) morais, aí o bicho pega. A adrenalina sobe, e a primeira reação é usarmos nosso pretenso "doutorado" sobre o assunto para destilarmos a "verdade absoluta" para quem ousou nos contrariar.
Tudo besteira. Quando agimos desta forma, ficamos falando sozinhos...a outra pessoa pode até fingir nos escutar, mas é entrando por um ouvido e saindo pelo outro.
Resultado: rigidez e conflito. Se for numa relação madura, em que o outro fale, melhor; se for numa relação profissional, em que o medo de perder o emprego fala mais alto, pior: calamos e nos corroemos por dentro, obedecendo sem respeitar.
Nestas horas, a primeira pergunta a se fazer é: por que o outro está agindo daquela forma? Quando fazemos isto, tentamos nos colocar no lugar do outro. Paramos para ouvir. Entender suas motivações.
Segunda pergunta: só a minha forma de agir é a correta? muitas vezes temos que negociar, por mais que achemos que temos razão. Não adianta estar certo sozinho...Se cedemos de um lado, o outro pode também ceder, porque ambos estão dando sinais de boa vontade.
Terceira e última pergunta: no final, estamos mais satisfeitos do que insatisfeitos? Ganhamos mais do que perdemos? Se não, vamos tirar do nosso couro esta rigidez e voltar a negociar, pois ainda precisamos das pessoas para viver conosco.
Todos sabem que a flexibilidade é importante para nos adaptarmos às necessidades e mudanças, etc, etc, etc...
Mas a vida real é diferente.
Quando temos situações que confrontam nossos pontos de vista e pedrões (ops, padrões) morais, aí o bicho pega. A adrenalina sobe, e a primeira reação é usarmos nosso pretenso "doutorado" sobre o assunto para destilarmos a "verdade absoluta" para quem ousou nos contrariar.
Tudo besteira. Quando agimos desta forma, ficamos falando sozinhos...a outra pessoa pode até fingir nos escutar, mas é entrando por um ouvido e saindo pelo outro.
Resultado: rigidez e conflito. Se for numa relação madura, em que o outro fale, melhor; se for numa relação profissional, em que o medo de perder o emprego fala mais alto, pior: calamos e nos corroemos por dentro, obedecendo sem respeitar.
Nestas horas, a primeira pergunta a se fazer é: por que o outro está agindo daquela forma? Quando fazemos isto, tentamos nos colocar no lugar do outro. Paramos para ouvir. Entender suas motivações.
Segunda pergunta: só a minha forma de agir é a correta? muitas vezes temos que negociar, por mais que achemos que temos razão. Não adianta estar certo sozinho...Se cedemos de um lado, o outro pode também ceder, porque ambos estão dando sinais de boa vontade.
Terceira e última pergunta: no final, estamos mais satisfeitos do que insatisfeitos? Ganhamos mais do que perdemos? Se não, vamos tirar do nosso couro esta rigidez e voltar a negociar, pois ainda precisamos das pessoas para viver conosco.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
A Verdadeira Empatia
Muitas vezes, falamos que temos empatia pelas pessoas, porque nos colocamos no lugar delas e dos seus sentimentos. Mas, na prática, só queremos enxergar o que nos convém, e no primeiro sinal de que a outra pessoa está agindo de forma diferente do que esperamos, a atacamos, destacando seus erros.
Na verdade, a empatia profunda vem da solidariedade de percebermos, no momento em que a outra pessoa está frágil, seja por tristeza, agressividade ou outros sentimentos, que ela precisa de ajuda; nesta hora, a empatia nos faz dar as mãos, e mostrarmos que não somos tão diferentes assim...E quando mostramos que todos podemos ter bons sentimentos, a outra pessoa também pode perceber isto.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Como NÃO motivar sua equipe...
Seria engraçado se não acontecesse de verdade...Quantos "líderes", a pretexto de orientarem sua equipe, se tornam arrogantes e agressivos. Não sabem que, ao colocarem medo nos seus colaboradores, eles domesticam as pessoas, ao invés de conscientizá-las sobre o comportamento desejado. Ao dar as costas, estes mesmo líderes não são mais obedecidos e viram motivo de gozação...
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A Busca Pelos Bens Materiais É Uma Ilusão?
A busca pelos bens materiais é uma ilusão. Não há nada de errado com ela, desde que você saiba que faz parte do jogo da vida. No entanto, quase todas as pessoas acham que os bens materiais trarão uma felicidade duradoura. Isso não é verdade. Assim que você alcançar ou atrair o que deseja, passará a desejar outra coisa. Começará perseguir o momento seguinte. O truque é viver esse momento e alegremente desejar mais, desprovido de qualquer necessidade, apeço ou dependência. Sentindo apenas gratidão pelo que tem agora enquanto recebe com alegria ainda mais coisas.
Extraído do livro: A Chave de Joe Vitali (um dos autores de O Segredo)
Extraído do livro: A Chave de Joe Vitali (um dos autores de O Segredo)
Parabéns!
Ai Giltão!
Muito legal essa sua iniciativa. Estarei sempre presente. Vou preparar algumas coisas e enviarei depois.
Abraços, Zé Maria
Muito legal essa sua iniciativa. Estarei sempre presente. Vou preparar algumas coisas e enviarei depois.
Abraços, Zé Maria
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